8 de março, dia Internacional da Mulher que luta, que sofre, que cai e se levanta. Um dia de protesto para nós refletirmos sobre igualdade, direitos, deveres e liberdade! Principalmente quando pensamos no setor canábico. 


A Cannabis sempre teve uma relação especial com as mulheres, tanto pelas plantas fêmeas ou por sua luta pelos direitos aos tratamentos de saúde à base de CBD. Sua presença no setor se faz cada vez maior, e isso é muito importante para o desenvolvimento da indústria, pois pela primeira vez mulheres têm a oportunidade de participar da criação de um novo setor, ajudando a criar suas bases e oferecer todo o potencial terapêutico da planta a outras pessoas. 


No Brasil, por exemplo, a luta pelos direitos à descriminalização e outros tratamentos é em sua maioria encabeçado por mulheres, muitas delas mães que desejam que seus filhos tenham acesso a medicações e tratamentos clínicos adequados, pois conhecem o poder medicinal da planta.


Não há dados exatos sobre a participação das mulheres no mercado de trabalho canábico no Brasil, mas por se tratar de um novo setor, supõe-se que sua construção possa ser feita com igualdade de gênero, para corrigir problemas sexistas do passado e presente. 


As transformações que vêm ocorrendo em relação à cannabis, está fazendo com que muitas mulheres, apesar de toda a misoginia e preconceitos, sejam unidas por uma linha invisível que as une nessa caminhada. Por isso, nós devemos também comemorar a nossa luta em busca da liberdade de ser quem somos.


Ainda há um longo caminho a ser percorrido, mas somos corpos e mentes trabalhando pelo progresso, para que mais mulheres tenham a oportunidade de estar em lugares em que elas sejam bem-vindas como são e levadas a sério. 


Com muito carinho, 

Mulheres da Squadafum.