Nesse sábado, 06 de junho, rolou a sexta edição da Expo Head Grow em Itú, no interior de São Paulo. A feira reuniu mais de 80 expositores e 6 mil visitantes, que puderam aproveitar palestras, assistir shows e conhecer muita gente legal que colou!

 

O evento acontece desde 2017 no Brasil e é considerado o maior evento canábico do país. Esse ano estavam presentes praticamente todos os players do mercado brasileiro, o que foi muito bom tanto para os consumidores finais quanto para empresas trabalharem a conexão com a essência do movimento canábico no país. 

 

“A gente ficou dois anos represados, sem ter porra nenhuma e ai o evento veio na hora certa pra tirar essa galera da caverna. A galera tava sedenta por um evento, fazia dois anos e meio que não tinha, então o bagulho bombou né, na minha visão isso ajudou pra caralho a encher e foi massa pra caralho mano.”, conta Jahrros, um dos fundadores da Squadafum. 

 

Além do encontro com as marcas, os visitantes também puderam curtir um evento recheado de cultura e informação. Durante todo o dia foi possível assistir a diferentes palestras, que abordaram assuntos que foram desde questões legislativas até a produção de extrações e saúde. 

 

Também foi possível curtir muita música boa, de uma galera monstra que passou o dia agitando o pessoal e pra fechar o evento com com chave de ouro o  reggae da amada banda Mato Seco. Acho que podemos dizer que o gramado em frente ao palco foi um dos lugares mais agitados da feira!

 

E mesmo se tratando de um assunto ilegal, nós tivemos uma feira totalmente legal. Isso porque neste caso, estamos falando apenas da produção de insumos e não da venda da erva em si. Mas com certeza uma feira dessa magnitude nos deixa uma grande reflexão sobre as questões da legalização no Brasil. 

 

Jahrros também nos conta em entrevista que, “a gente acredita muito que o lado econômico vai ser a segunda potência para a legalização da maconha no país e essa feira é a prova viva disso. A primeira força da legalização no país é a medicinal, porque é uma necessidade de saúde e uma necessidade pública. A segunda força para a legalização é o mercado, é a economia, é quantos empregos a feira gerou, quanto de dinheiro gerou, quantos impostos foram pagos.”

 

E você aí, acha que a legalização está cada vez mais próxima ou distante?








Abaixo alguns registros feitos durante a feira.